Com a popularização do minimalismo através do documentário "Minimalismo Já" da Netflix, esse estilo de vida que vai contra o capitalismo e que tem como principal lema "menos é mais" teve diversos adeptos e virou moda.
Assim como qualquer coisa que vira moda, o hype passa (movimento necessário) e a essência fica. Mas, o que de fato ficou?
Nessa postagem vou listar algumas aprendizagens que o minimalismo nos deu e vou listar algumas interpretações que é preciso descartar, para que o minimalismo seja vivenciado em sua essência.
De forma prática, vamos direto ao ponto, seguem as aprendizagens:
- Diminuir o consumismo desenfreado.
- Valorizar as experiências simples.
- Viver somente com o que é essencial e descartar o supérfluo.
- Detox digital e uma vida mais conectada com a vida real.
Agora, seguem algumas interpretações do minimalismo que precisamos descartar:
- A valorização de ter móveis minimalistas.
- Ter que adquirir um guarda-roupa cápsula.
- Associar economia, investimento e fontes de renda com minimalismo.
Repare que estas três coisas que listei não dialoga com o princípio minimalista. São interpretações do minimalismo criadas pelo capitalismo para monetizar esse estilo de vida que prega especificamente o contrário.
Se eu já tenho móveis, não preciso descartar os que eu já tenho para ter o móvel no estilo minimalista.
Se eu já tenho um guarda-roupa montado, não preciso comprar roupas para ter que montar um guarda-roupa cápsula.
Se eu levo uma vida simples, não preciso me preocupar com o ACÚMULO de capital.
Enfim, depois que a moda do minimalismo passou, aqueles que hoje seguem esse estilo de vida são os que, de fato, vivenciam o minimalismo na prática.
Se você se identifica com esse estilo de vida e acredita que ele possa trazer bem-estar para você, considere seguir este perfil e se aprofundar no Minimalismo através da leitura de outros artigos daqui do blog.
Até a próxima!
Força sempre!
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